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Arquivo Euclides da Cunha
 

Inventário do Arquivo Euclides da Cunha

O presente inventário é resultado dos trabalhos desenvolvidos pela equipe do Arquivo da Academia Brasileira de Letras e tem por objetivo mapear e revelar aos pesquisadores a documentação de e sobre Euclides da Cunha existente no Arquivo dos Acadêmicos da Academia Brasileira de Letras, oferecendo referências minimamente seguras para recontextualização da vida de seu titular. O conjunto dos itens que o compõe visa a esclarecer o pesquisador em relação ao acervo propriamente dito e apontar também, de forma sucinta, o percurso trilhado pelos arquivistas no tratamento aplicado.

A coleção de documentos do Arquivo Euclides da Cunha é composta por correspondências, recibos, contratos com editores, fotografias e outros documentos reunidos artificialmente pela Academia Brasileira de Letras, por familiares de Euclides da Cunha e amigos, estudiosos e correlatos, cujo conteúdo tratam de temas, assuntos, impressões e aspectos relativos ao acadêmico titular do arquivo.

A coleção possui subdivisões, nominadas série e subsérie.

Este inventário foi produzido de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística ISAD (G).
Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2003.

Arquivo Euclides da Cunha

Área de identificação
Código de referência: BR ABL AA EC
Título: Arquivo Euclides da Cunha
Data de produção dos documentos: 1901-2002
Nível de descrição: Coleção
Dimensão e suporte: Documentos textuais - 215 documentos.
iconográficos - 5 fotografias, 4 imagens impressas e 1 cartaz.
impressos - 963 recortes de jornais e revistas.
audiovisuais - 2 fitas de vídeo.

Área de Contextualização

Nome do produtor: CUNHA, Euclides Rodrigues Pimenta da e Academia Brasileira de Letras.

Biografia: Euclides da Cunha (E. Rodrigues Pimenta da C.), engenheiro, jornalista, professor, ensaísta, historiador, sociólogo e poeta, nasceu em Cantagalo, RJ, em 20 de janeiro de 1866, e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de agosto de 1909. Eleito em 21 de setembro de 1903 para a Cadeira n. 7, na sucessão de Valentim Magalhães, foi recebido em 18 de dezembro de 1906, pelo acadêmico Sílvio Romero.

Era filho de Manuel Rodrigues Pimenta da Cunha e de Eudóxia Moreira da Cunha. Manuel Rodrigues era baiano, pertencia à geração romântica de Castro Alves e fazia versos de inspiração humanitária e social. Órfão de mãe aos três anos de idade, Euclides fez os primeiros estudos em São Fidélis. Depois de freqüentar vários estabelecimentos, concluiu o curso de humanidades no Colégio Aquino, tendo sido ali discípulo de Benjamin Constant. Com outros companheiros, fundou o jornal O Democrata, onde publicou as composições líricas das Ondas, o curioso caderno de 84 poesias, onde já se expressam as amarguras e os arroubos do seu gênio nascente.

Em 1884, matriculou-se na Escola Politécnica. Dois anos depois assentou praça na Escola Militar, às vésperas de 89. Os trabalhos da Revista da Família Militar bem revelam as inspirações daquela mocidade republicana. Em 1888, ocorreu o episódio de insubordinação que ficou famoso, no qual Euclides da Cunha lançou aos pés do ministro da Guerra, conselheiro Tomás Coelho, a sua espada de cadete. Submetido a Conselho de Guerra, foi, por seu ato de indisciplina, desligado do Exército. Mudou-se para São Paulo e iniciou, a convite de Júlio Mesquita, uma série de artigos.

Regressou ao Rio, onde assistiu à proclamação da República. Seus antigos colegas da Escola Militar, todos republicanos como ele, por iniciativa de Cândido de Rondon, foram a Benjamin Constant e solicitaram a reintegração de Euclides da Cunha no Exército. É de 19 de novembro de 1889 o ato de sua promoção a alferes-aluno. Em 1890, concluiu o curso da Escola Superior de Guerra como primeiro-tenente. Foi trabalhar na Estrada de Ferro Central do Brasil em São Paulo e Caçapava. Na revolta de 1893, foi um dos partidários veementes da legalidade. Eventos posteriores e a circunstância de ser genro do general Sólon, preso por Floriano Peixoto, tornaram Euclides da Cunha suspeito. Em 1896, deixou o Exército e volveu à engenharia civil, sendo nomeado engenheiro ajudante da Superintendência de Obras do Estado de São Paulo.

Quando irrompeu o movimento de Canudos, São Paulo colaborou com o país na repressão do conflito, mandando para o teatro da luta o Batalhão Paulista. Euclides foi encarregado pelo jornal Estado de S. Paulo para acompanhar como observador de guerra o movimento rebelde chefiado por Antônio Conselheiro no arraial de Canudos, em pleno sertão baiano. Estava ele no teatro de operações de 1º a 5 de outubro de 1897 e ali assistiu aos últimos dias da luta do Exército com os fanáticos de Antonio Conselheiro. Em Salvador, havia procedido a um profundo estudo prévio da situação no que respeita aos aspectos geográfico, botânico e zoológico da região, bem como aos antecedentes sociológicos do conflito. Documentou-se de modo exaustivo e exato, formando sobre o caso um juízo imparcial e objetivo. Enviou então para o jornal as suas reportagens, que iriam transformar-se no seu grande livro, Os sertões. Em 1898, fixou-se em São José do Rio Pardo, onde redigiu o livro, incentivado pelo seu grande amigo, Francisco Escobar. São José do Rio Pardo conserva até hoje a memória de Euclides da Cunha.

Trabalhando como engenheiro e como escritor, Euclides da Cunha realizou dois trabalhos ao mesmo tempo: quando acabou a construção de sua ponte, acabou também a composição de Os Sertões livro que foi escrito num barracão de madeira, hoje conservado como uma relíquia. Tentou inutilmente publicá-lo no Estado de S. Paulo. Afinal, trazendo uma carta de Garcia Redondo para Lúcio de Mendonça, foi ao Rio de Janeiro tratar da publicação dos Sertões. O livro saiu em 1902 e obteve êxito sem precedentes em nossa literatura, consagrado pela crítica como obra-prima. No ano seguinte, Euclides era eleito para o Instituto Histórico e para a Academia Brasileira de Letras.

Em 1904, Oliveira Lima apresentou Euclides da Cunha ao barão do Rio Branco, que o nomeia chefe da Comissão Brasileira no Alto Purus, para demarcação de fronteiras. Em Manaus era hóspede do seu velho amigo Alberto Rangel. Seguindo para o local a que se destinava, atingiu com a Comissão Mista a foz do Pucani, as últimas vertentes do Purus, realizando assim um dos atos de bandeirismo mais destemidos que se conhecem. Regressando a Manaus, redigiu o "Relatório" da Comissão. Em 1907, passou a trabalhar no Itamarati. São dessa fase os livros Peru versus Bolívia e Contrastes e confrontos, cujas páginas também resultaram de artigos anteriormente escritos para o Estado de S. Paulo. Em 1908, inscreveu-se num concurso de Lógica, no Pedro II. Foi nomeado professor após ter-se submetido à banca examinadora formada por Raja Gabaglia, Paulo de Frontin e Paula Lopes. Como professor, deu apenas 19 aulas, de 21 de julho a 13 de agosto. Na manhã de 15 de agosto de 1909, na Estação de Piedade, Estrada Real de Santa Cruz, caía, ferido por uma bala de revólver, aquele que se tornou, por uma tácita eleição da alma nacional, o gênio por excelência representativo da terra, da gente e das mais elevadas aspirações brasileiras.

A publicação de Os sertões é um marco na vida mental do Brasil. Livro único, sem igual em outras literaturas, misturando o ensaio, a história, as ciências naturais, a epopéia, o lirismo, o drama, mostra a definitiva conquista da consciência de brasilidade pela vida intelectual do país. A importância literária e científica dessa obra, reconhecida, logo de início, pela crítica autorizada de José Veríssimo e Araripe Júnior, e confirmada pelas sucessivas apreciações posteriores, explica o segundo plano em que ficaram as demais obras de Euclides da Cunha. Mas, em Peru versus Bolívia, Contrastes e confrontos e À margem da história também se encontram páginas literárias em que ficaram impressas as marcas inconfundíveis do seu estilo, a objetividade das conclusões, oriundas sempre da observação direta da realidade enfocada e de análises percucientes e honestas, expostas com a coragem de um escritor participante, que só tinha compromissos com a verdade.

Obra: Os sertões, epopéia e ensaio (1902); Relatório da Comissão Mista Brasileiro-Peruana do Alto Purus (1906); Castro Alves e seu tempo, crítica (1907); Peru versus Bolívia (1907); Contrastes e confrontos, ensaio (1907); À margem da história, história (1909); Cartas de Euclides da Cunha a Machado de Assis, correspondência (1931); Canudos, diário (1939). Obra completa, org. Afrânio Coutinho, 2 vols. (1966).

Fonte: www.academia.org.br

História arquivística: Não há registros precisos da época ou da forma de ingresso do acervo.

Procedência: Não foi possível identificar a origem da maioria dos documentos, exceto a série Grêmio Euclides da Cunha que foi doado pela família Süssekind em 09 de julho de 2003, e as cartas de Euclides da Cunha para José Idalino Antunes da Porciúncula, doadas por Paulo Seixas Porciúncula em 02 de outubro de 1950. Os documentos da série Hemeroteca foram acumulados pela Academia, por meio do serviço de "clipping" da empresa Lux Jornal, com exceção de poucos recortes que têm origem desconhecida.

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo: A coleção de documentos do Arquivo Euclides da Cunha é composta por correspondências com acadêmicos e outras personalidades, contratos com os editores, recortes de jornais, fotografias etc. A maioria dos documentos do Arquivo Euclides da Cunha foi reunida pela Academia Brasileira de Letras e por familiares de Euclides da Cunha e correlatos. Apenas alguns documentos são de inequívoca produção do titular do arquivo e estão arranjados nas séries: Contratos e recibos de "Os Sertões", Correspondência, Documentos Institucionais e Iconografia.

Sistema de arranjo: Os documentos foram arranjados em 10 séries e 8 subséries, ordenadas alfabeticamente pelo seu título.

Série 1 - Audiovisual

Série 2 - Contratos e recibos de "Os Sertões"

Série 3 - Correspondência

Série 4 - Correspondência de Terceiros

Série 5 - Diversos

Série 6 - Documentos Institucionais

Série 7 - Grêmio Euclides da Cunha

Série 8 - Hemeroteca

Subsérie 1 - Aniversários

Subsérie 2 - Biobibliografia

Subsérie 3 - Falecimento

Subsérie 4 - Notícias Diversas

Subsérie 5 - Produção Intelectual

Subsérie 6 - Produção Intelectual de Terceiros

Série 9 - Iconografia

Série 10 - Transcrições


Área de condição de acesso e uso

Condições de acesso: Aberto à consulta.

Condições de reprodução: Reprodução fotográfica permitida mediante autorização expressa e por escrito do Presidente da ABL ou da chefe do Centro de Memória da ABL.

Idioma: Português, com alguns documentos em Dinamarquês, Espanhol, Francês e Inglês.

Instrumentos de pesquisa: Inventário preliminar; Guia Geral do Arquivo dos Acadêmicos.

Área de fontes relacionadas

Unidades de descrição relacionadas: A Biblioteca da Academia Brasileira de Letras tem, sob sua guarda, livros que pertenceram a Euclides da Cunha, além de diversas obras de e sobre Euclides da Cunha. Nos arquivos da Fundação Biblioteca Nacional, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e do Palácio do Itamaraty existem também documentos de Euclides da Cunha.

Área de controle da descrição

Nota do arquivista: Descrição realizada pelas estagiárias Fernanda Maura dos Santos Oliveira e Monique de Faria Lopes, com supervisão de Maria Oliveira e de Paulino Lemes de Sousa Cardoso.

Fontes bibliográficas utilizadas na descrição:

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS e FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global Editora, 2001.

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Revista da Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro: ABL, Vols. 3, 17, 25, 34, 35, 42, 43, 46, 75.

BELLOTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo: T. A Queiroz, 1991.

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Arquivos pessoais. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 11, nº 21, 1998

ROUSSEAU, Jean-Yves & COUTURE, Carol. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Dom Quixote, 1998.

SCHELLENBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Rio de Janeiro: FGV, 2002.

SILVA, Armando Malheiro et al. Arquivística: teoria e prática de uma Ciência da Informação. Porto: Afrontamento, 1999.

Regras ou convenções: "Diretrizes arquivísticas e metodologia para o Arquivo dos Acadêmicos" (documento interno) e ISAD (G).

Data da descrição: de maio a agosto de 2003.

Série 1

Código de referência: BR ABL AA EC av

Título: Audiovisual

Data de produção dos documentos: 2002

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 2 fitas de vídeo.

Âmbito e conteúdo: Série constituída por documentários sobre a vida e a obra "Os Sertões" de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: Os documentos audiovisuais, apesar de disponíveis para a consulta, aguardam a aplicação de um arranjo definitivo.

Unidades de descrição relacionadas: Há, no Arquivo Institucional da ABL, um conjunto de documentos, produzidos e acumulados em razão das atividades culturais da instituição, e que têm, como assunto principal, o acadêmico Euclides da Cunha. Tais documentos estão listados, a seguir:

Ciclo de Conferências Caixa da Cultura - 1999

Título: A paixão de Euclides da Cunha

Conferencista: Acadêmico Antonio Olinto

Data: 11/10/1999

Ciclo de Conferências Euclides da Cunha - 2001

Título: O movimento Euclidianista

Conferencista: Acadêmico Alberto Venancio Filho

Data: 19/06/2001

Título: Euclides da Cunha e Raul Pompéia

Conferencista: Alexei Bueno

Data: 26/06/2001

Título: Um século de "Os Sertões"

Conferencista: Walnice Galvão

Data: 03/07/2001

Título: Vida e morte dos Sertões do Conselheiro

Conferencista: Frederico Pernambuco de Mello

Data: 10/07/2001

Título: Revisitando Euclides

Conferencista: Acadêmico Celso Furtado

Data: 17/07/2001

Inauguração da Exposição comemorativa do centenário de publicação de Os Sertões "Os Sertões - 100 anos"

Produção: Academia Brasileira de Letras

Data: 26/07/2001

Vídeo da Exposição comemorativa do centenário de publicação de Os Sertões "Os Sertões - 100 anos"

Produção: Academia Brasileira de Letras/Tonice Vídeo

Data: 26/07/2001

Depoimento do Acadêmico Alberto Venancio Filho para o site Euclides da Cunha, produzido pela Academia Brasileira de Letras.

Produção: Academia Brasileira de Letras

Data: 03/06/2003

Série 2

Código de referência: BR ABL AA EC crs

Título: Contratos e recibos de "Os Sertões"

Data de produção dos documentos: 17/12/1901 a 22/04/1904

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 4 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída pelo contrato de publicação, cessão de direitos de propriedade e tradução de "Os Sertões", além de recibo e ordem de pagamento da Editora Laemmert & Cia.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Série 3

Código de referência: BR ABL AA EC c

Título: Correspondência

Data de produção dos documentos: 17/07/1903 a 06/01/1908

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 24 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída pela correspondência autógrafa de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados alfabeticamente pelo nome dos destinatários.

Autores não identificados (2 docs., 05 e 22/02/1905)

FIGUEIREDO JÚNIOR, Afonso Celso de Assis (1 doc, de 17/07/1903)

FLEIUSS, Max (1 doc., de 05/02/1904)

MASSOW, Gustavo (2 docs., 06 e 07/06/1903)

MATOS, José Veríssimo Dias de (17 docs., de 03/12/1902 a 06/01/1908)

PORCIÚNCULA, José Idalino Antunes da (1 doc., de 10/04/1902 a 18/08/1902)

Unidades de descrição relacionadas: Consulte também as séries Documentos Institucionais e Transcrições.

Série 4

Código de referência: BR ABL AA EC ct

Título: Correspondência de Terceiros

Data de produção dos documentos: 15/08/1909 a 13/08/1996

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 3 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída pela correspondência de amigos e familiares de Euclides da Cunha, como o telegrama de Coelho Neto a Mário de Alencar comunicando o assassinato de Euclides da Cunha, carta de Jayme Cardoso a José Carlos de Macedo Soares referente a um artigo publicado na Inglaterra sobre o livro "Os Sertões" e carta de Joel Bicalho Tostes a Ricardo Boechat sobre a polêmica envolvendo o filme "A paz é dourada".

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Unidades de descrição relacionadas: Consulte também a série Documentos Institucionais.

Série 5

Código de referência: BR ABL AA EC dv

Título: Diversos

Data de produção dos documentos: 25/04/1903 a 15/08/1998

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 5 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída por documentos de assuntos diversos tais como regulamento do concurso literário instituído pelo Grêmio Literário, e Recreativo Euclides da Cunha, convite para o lançamento do filme "A paz é dourada" e programas das atividades realizadas durante a Semana Euclidiana em São José do Rio Pardo. Nesta série há ainda uma cópia da nomeação de Euclides da Cunha para professor de Lógica do Ginásio Nacional, atual Colégio Pedro II.

Sistema de arranjo: os documentos estão ordenados cronologicamente.

Série 6

Código de referência: BR ABL AA EC di

Título: Documentos Institucionais

Data de produção dos documentos: 10/10/1903 a 15/07/1939

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 30 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída de documentos produzidos e acumulados pela ABL cujo tema principal é Euclides da Cunha. Entre eles, a sua carta de inscrição para ingresso na ABL, seus votos para algumas eleições, a concessão perpétua do túmulo, onde foram sepultados Euclides da Cunha e Euclides da Cunha Filho no Cemitério São João Batista, além de várias cartas de condolências recebidas pela ABL pelo falecimento do acadêmico, entre outros.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Série 7

Código de referência: BR ABL AA EC gec

Título: Grêmio Euclides da Cunha

Data de produção dos documentos: 1916 a 15/03/1958

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 80 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída pelos documentos produzidos e acumulados pelo Grêmio Euclides da Cunha, tratando de assuntos relacionados a homenagens prestadas ao acadêmico.

Sistema de arranjo: os documentos estão ordenados cronologicamente.

Série 8

Código de referência: BR ABL AA MA h

Título: Hemeroteca

Data de produção dos documentos: 19/09/1903 a 30/12/1997

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 963 recortes de jornais e revistas.

Âmbito e conteúdo: recortes de jornais e de revistas com artigos produzidos pelo titular, e com notícias, homenagens, críticas e artigos sobre Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: A série Hemeroteca é constituída por 6 subséries: Aniversários, Biobibliografia, Falecimento, Notícias Diversas, Produção Intelectual e Produção Intelectual de Terceiros.

Subsérie 1

Código de referência: BR ABL AA EC h/an

Título: Aniversários

Data de produção dos documentos: 14/08/1919 a 30/12/1997

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 416 recortes de jornais e revistas.

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por artigos e notícias sobre as comemorações dos aniversários de: nascimento e falecimento de Euclides da Cunha; publicação de "Os Sertões"; e Guerra de Canudos.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Subsérie 2

Código de referência: BR ABL AA EC h/bb

Título: Biobibliografia

Data de produção dos documentos: 18/03/1925 a 20/05/1996

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 14 recortes de jornais e revistas.

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por artigos com os dados biobibliográficos de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: os documentos estão ordenados cronologicamente.

Subsérie 3

Código de referência: BR ABL AA EC h/fa

Título: Falecimento

Data de produção dos documentos: 18/08/1909 a 11/09/1909

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 7 recortes de jornais.

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por notícias sobre o falecimento de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Subsérie 4

Código de referência: BR ABL AA EC h/nd

Título: Notícias Diversas

Data de produção dos documentos: 21/01/1915 a 14/09/1997

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 176 recortes de jornais

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por notícias sobre Euclides da Cunha, abordando diversos assuntos como homenagens póstumas a Euclides da Cunha, São José do Rio Pardo, Os Sertões, entre outros.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Subsérie 5

Código de referência: BR ABL AA EC h/pi

Título: Produção Intelectual

Data de produção dos documentos: 28/06/1926 a 08/07/1984

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 8 recortes de jornais.

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por artigos e poesias de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados cronologicamente.

Subsérie 6

Código de referência: BR ABL AA EC h/pit

Título: Produção Intelectual de Terceiros

Data de produção dos documentos: 19/09/1903 a 17/11/1997

Nível de descrição: Subsérie

Dimensão e suporte: 342 recortes de jornais e revistas.

Âmbito e conteúdo: Subsérie constituída por artigos, críticas, crônicas e conferências sobre a vida e obra de Euclides da Cunha.

Sistema de arranjo: os documentos estão arranjados alfabeticamente pelo nome do autor.

Série 9

Código de referência: BR ABL AA EC ico

Título: Iconografia

Data de produção dos documentos: [c. 1903]-1998

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 5 fotografias , 4 imagens impressas e 1 cartaz.

Âmbito e conteúdo: Série constituída por fotografias e imagens impressas de Euclides da Cunha e cartaz da Semana Euclidiana.

Sistema de arranjo: A série Iconografia está dividida em fotografias e imagens impressas.

Série 10

Código de referência: BR ABL AA MA tr

Título: Transcrições

Data de produção dos documentos: sem data

Nível de descrição: Série

Dimensão e suporte: 69 documentos textuais.

Âmbito e conteúdo: Série constituída por transcrições manuscritas e/ou datilografadas da produção intelectual de Euclides da Cunha (artigos, poesias, discursos, relatórios técnicos, correspondência com alguns acadêmicos e amigos, artigos sobre o titular do arquivo). Não foi possível identificar os autores das transcrições.

Sistema de arranjo: A série está dividida em correspondência, produção intelectual do titular e de terceiros.

Notas: Os documentos originais dessas transcrições foram produzidos entre 1894 a 1909.

 
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